terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Justiça diz que cirurgia para diabetes e obesidade não é experimental

Depois de meses de discussões e injustiças finalmente a verdade prevalece e Dr. Aureo tem seu trabalho reconhecido. Eu que tive a felicidade de fazer essa cirurgia e vi minha vida transformada completamente fico muito feliz que ele possa voltar a operar no Brasil e fazer pelos brasileiros o que ele faz pelos europeus e americanos.

Se você quiser saber mais sobre a minha cirurgia comece lendo aqui

Justiça diz que cirurgia para obesidade não é experimental

Procedimento foi desenvolvido pelo médico Áureo Ludovico e CFM deve fazer a sua regulamentação

A cirurgia de interposição de íleo associada à gastrectomia vertical ou à bipartição de intestino, desenvolvida e realizada pelo médico Áureo Ludovico de Paula, não é experimental e o Conselho Federal de Medicina (CFM) deverá regulamentá-la. Só depois de publicação, a regulamentação passará a ter efeito. A decisão é do juiz Felipe Andrade Gouvêa, da 8ª Vara da Justiça Federal em Goiás. Ele julgou improcedentes os pedidos do Ministério Público Federal (MPF) para que os procedimentos fossem declarados experimentais e também para que fosse declarada a omissão do Conselho Regional de Medicina de Goiás (Cremego).
As técnicas experimentais são conduzidas sob rigorosos protocolos de pesquisas com seres humanos. O procedimento desenvolvido por Áureo Ludovico foi a opção de pacientes com obesidade mórbida para emagrecer e controlar a obesidade, entre eles, o procurador de Justiça e ex-senador Demóstenes Torres e o apresentador da Rede Globo Fausto Silva. A decisão do magistrado se fundamentou nas perícias realizadas por oito médicos especialistas em cirurgia bariátrica, que constam do processo.
COMBINAÇÃO
Os peritos concluíram que mesmo havendo inovação na indicação cirúrgica primária, o procedimento questionado judicialmente consiste na combinação de técnicas cirúrgicas conhecidas, estudadas e largamente utilizadas no Brasil e no exterior, não se tratando, portanto, de procedimento experimental. Os peritos também apontaram que Ludovico possui mais de 400 menções em publicações científicas no estrangeiro e que seu trabalho pode contribuir para o enfrentamento de dois males considerados mundialmente graves: a obesidade mórbida e a diabete tipo 2.
Na fundamentação de sua decisão, o juiz federal observou que o Conselho Federal de Medicina deveria ter deliberado conclusivamente acerca da adoção ou não da cirurgia, mas adiou indefinidamente a adoção de posicionamento, desconsiderando parecer favorável à admissão da prática emitido por seu órgão técnico, no caso, a Câmara Técnica de Cirurgia Bariátrica. “A omissão injustificada do CFM atentou contra o interesse público, criou embaraços diretos ao exercício profissional do médico requerido, também afrontando o direito à saúde e à vida de pacientes passíveis de serem tratados pela aludida cirurgia”, entendeu o magistrado.
O juiz Felipe Andrade Gouvêa acatou a opinião especializada dos peritos, todos membros da Câmara Técnica de Cirurgia Bariátrica e Síndrome Metabólica do CFM, como baliza para o julgamento, asseverando que não afastada pelo MPF, por laudo técnico capaz de informá-la, razão pela qual considerou não experimental a técnica cirúrgica questionada nos autos da ação ideológica.
Quanto ao Cremego, o juiz entendeu que, em vez de ter incorrido em omissão, teve a virtude de atuar com cautela. “O Conselho foi confrontado que foi com tema de elevada complexidade, o qual, para a solução judicial nestes autos e no primeiro grau de jurisdição, demorou cerca de três anos de discussões, que preencheram 11 volumes de autos processuais”, escreveu o juiz na sentença.
SUSPENSÃO
O goiano Áureo Ludovico deixou de realizar a cirurgia em 2010, depois que a Justiça decidiu que ele deveria aguardar a decisão do CFM. Em julho de 2011, o Conselho Federal de Medicina decidiu não incluir a gastrectomia vertical no rol de procedimentos regulamentados pela instituição. Na época, o CFM alegou que ainda precisava de mais estudos e pesquisas para comprovar sua eficácia e segurança. A ação julgada agora foi proposta em 2010. No dia 27 de janeiro do mesmo ano, a Justiça Federal concedeu liminar, proibindo o médico Áureo Ludovico de realizar a cirurgia.



segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Vida Nova


Há mais de dois anos não publico neste blog, até porque minha vida profissional não me deixa muito tempo livre. Mas hoje, uma média de 50 pessoas lê, diariamente as informações que publiquei há quatro anos atrás.

No dia 12 de março de 2009 me submeti a cirurgia de transposição de íleo com Dr. Áureo Ludovico de Paula para tratamento de obesidade mórbida .

Hoje estou com 60 anos, peso 59 kilos e me sinto em plena forma, com enorme disposição para trabalhar e para me divertir e meus índices de glicemia, colesterol e triglicérides são de adolescente.

Cada vez que ouço qualquer comentário negativo sobre Dr. Áureo fico profundamente revoltada pois as suas descobertas permitiram a cura do diabetes e da obesidade para centenas de pessoas, eu entre elas.

É claro que esta cirurgia, como qualquer outra tem risco envolvido.
Mas quem deixa de operar para curar uma doença grave por causa do risco envolvido?
Quem não quer se livrar da diabetes tipo 2 e da obesidade?
Quem não quer se livrar de dezenas de quilos que atormentam o nosso dia a dia ou a necessidade diária de injeções de insulina? Quem não quer ter uma vida saudável, melhor horizonte de futuro, mais disposição e alegria de viver?

A polêmica em torno da competência do Dr. Áureo vem de quem tem interesse em manter as pessoas dependentes  de medicamentos e tratamentos. Se a cirurgia inventada por ele for popularizada o prejuízo seria enorme para uma industria que vive em torno do infortúnio dos obesos e diabéticos.

De minha parte posso dizer que ganhei vida nova graças à genialidade deste cientista que admiro demais.
Num país onde vale tudo as pessoas tem que erguer a voz para dar a sua versão.

Se você quiser saber desde o inicio sobre a minha experiencia comece por aqui: O inicio de tudo

Os videos abaixo são de uma entrevista do Dr. Áureo bem esclarecedora sobre a cirurgia e a polemica em torno dela.



domingo, 16 de maio de 2010

Entrevista do Dr. Áureo

Republico abaixo uma entrevista do Dr. Áureo sobre a polêmica tão noticiada sobre a cirurgia de interposição de ileo para a cura da diabetes e da obesidade. Particularmente fico revoltada com todo o auê da mídia pois isso só faz afastar a esperança daqueles que como eu poderiam ter na cirurgia uma janela para uma vida nova com qualidade e bem-estar.

Espero que essa entreviste ajude a esclarecer um pouco esse bafafá todo.


A cirurgia que enfrenta o diabetes


O médico Áureo Ludovico, envolvido em uma das principais polêmicas médicas do País, enfrenta um processo surdo na mídia, espécie de inquisição moderna. Mais uma vez a imprensa realiza julgamentos antes mesmo que seja instaurado procedimento administrativo contra as práticas cirúrgicas do médico – apontadas como ilegais pelo Conselho Nacional de Saúde e Ministério Público Federal, outras duas instituições apressadas em fazer justiça e tomar para si uma atribuição que é exclusiva do Poder Judiciário.

Áureo adotou uma nova abordagem nas cirurgias para redução do estômago, tendo como enfoque a cura do diabetes. Sem nenhuma sentença em mãos, a não ser a versão dos advogados de uma paciente, jornalistas informam que o médico goiano realizou uma cirurgia proibida e inquinada em equívocos. Enquanto não se comprovou nada na Justiça, é preciso ouvir detalhadamente o outro lado, antes que a opinião pública condene um procedimento que pode ser útil para todos.

Após ponderar sua delicada situação, a de um profissional da medicina e ciência que não tem sido compreendido nem mesmo pela classe a que pertence, Áureo decidiu falar com a reportagem, desde que o jornal estivesse disposto a checar as informações que fornecesse – a maioria de entidades americanas que reúnem e divulgam pesquisas científicas.

Áureo realizou 408 procedimentos cirúrgicos para tratamento do diabetes e pediu ao jornal que buscasse em cada caso um dado, uma informação e comparasse com estatísticas e auditagens realizadas por instituições contratadas para esta tarefa.

O DM se propôs a ouvir o médico e buscar em cada documento oferecido a checagem que ele pede. Isso não significa isentarmos o médico de responsabilidades futuras que possam ser comprovadas no futuro pelo Conselho Federal de Medicina e Justiça, mas ofertar direito ao contraditório. Nas próximas linhas, ele revela detalhes da abordagem que já foi utilizada por dezenas de pessoas desconhecidas e populares – caso do apresentador Fausto Silva e publicitário Nizan Guanaes.

DM – Por que o tratamento do diabetes gera tanta polêmica?

Áureo Ludovico – O diabetes mellitus é uma doença milenar que tem avançado de forma surpreendente por todo o planeta. Uma nota publicada há poucos dias no site da Sociedade Brasileira do Diabetes (SBD) contém o seguinte: “Temos este ano 285 milhões de pessoas no mundo com diabetes. Em 2030, caso esta progressão continue, serão 435 milhões de pessoas. A maioria está localizada em países em desenvolvimento. A Índia, com 50 milhões, é o maior deles, seguida pela China, com 43,2 milhões. Os Estados Unidos têm 26,2 milhões. Os custos atuais no mundo são de U$S 400 bilhões.”

Então, é impossível não notarmos a importância que essa doença tem em nosso meio, tanto do ponto de vista social, humanitário, científico, quanto do ponto de vista financeiro. Vale lembrar que o diabetes é a maior causa de cegueira no adulto, que é o responsável por uma amputação de membros a cada segundo. É a principal causa de insuficiência renal e conseqüentemente de diálise, além de ser considerada como um dos maiores riscos de infarto do coração.

Um terço dos pacientes já tem doença coronariana instalada no advento do diagnóstico do Diabetes, sendo que 80% das mortes acontecem por doença isquêmica dos vasos sanguíneos. Mais de 70% dos diabéticos têm hipertensão arterial (pressão alta), quase dois terços são acometidos por neuropatia, causando diversas sequelas aparentes e não aparentes.

DM – Quando o senhor começou a realizar esta cirurgia?

Áureo Ludovico – Realizamos o procedimento duodenal switch para o tratamento de obesos há mais de 10 anos. Este procedimento propiciava índices de resolução do diabetes em torno de 95% até 100% dos casos. Diante desta óbvia constatação, realizamos a seguinte pergunta: por que não estendermos este procedimento para todas as pessoas e ajudá-las com o diabetes?

A primeira reflexão que surge é que o procedimento é voltado para o obeso. Porém, sem a adoção da má absorção, característica daquele procedimento, isso poderia se estender perfeitamente a pacientes diabéticos de peso normal e obesos grau 1 (índice de massa corporal menor que 35 kg/m2). Ficou configurado que o procedimento não seria, de forma alguma, uma experimentação, pois ele existe de longa data. Inclusive, com diversos estudos que ressaltam esta propriedade de tratar o diabetes. Tal constatação, eu tive na prática ainda em 2001. Mas desde a década de 80 já existe ampla experimentação em animais.

DM – O que este procedimento vai representar para o tratamento do diabetes?

Áureo Ludovico – Acho que vai representar uma alternativa eficaz para o tratamento. Gostaria de ressaltar a palavra ‘alternativa’, pois o indivíduo pode optar por não operar e manter o uso de remédios. Mas a cirurgia será uma realidade bastante comum daqui para frente, conforme ficou claro nas diretrizes da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica definidas no 1º Congresso Pan-americano da Cirurgia do Diabetes, realizado em São Paulo neste final de semana. O que mais quero hoje é a regulamentação perante os órgãos competentes para que toda essa confusão acabe e as pessoas tenham acesso a essa alternativa de tratamento do diabetes.
DM – Qual o perfil ideal de paciente para realizar esta cirurgia?

Áureo Ludovico – Infelizmente, cerca de 10% das pessoas que nos procuram não podem fazer a cirurgia, pois são portadoras da doença em estágio terminal, ou de diabetes tipo 1, ou algum outro problema médico significativo. A pessoa ideal para a cirurgia não deve ter doenças causadas pelo diabetes em estágio terminal. Evidentemente, essa afirmação comporta algumas exceções. Exemplo: o indivíduo perdeu a visão, mas ainda sim pode fazer a cirurgia. Podemos ter também alguém que já sofreu um infarto, mas ainda assim pode realizar o procedimento. Essas doenças não são impeditivas, mas limitantes da alternativa cirúrgica.

DM – Qual a eficácia do procedimento?

Áureo Ludovico – Gostaria de ressaltar que não estamos oferecendo nenhuma panaceia aos pacientes diabéticos do tipo 2. Esses são informados da eficácia do procedimento, dos riscos, da opção de continuar a tratar com medicamentos com seu médico endocrinologista, do fato de a cirurgia não ser regulamentada e esses assinam rotineiramente um termo de consentimento informado. Objetivamente foram realizadas 408 cirurgias. Mas vamos para a eficácia: ela ocorre entre 86% e 96%. Ou seja: a pessoa pode operar e ficar sem tomar medicação de diabetes.

Quanto à segurança, ficou comprovado que existem riscos de complicação em 6% dos casos – sendo a maior parte destas complicações de origem clínica. Ou seja: a própria condição de diabético leva a esse risco. O diabético tem 10 vezes mais chances de contrair uma pneumonia, por exemplo. Ficou comprovado também que a cirurgia resolve o problema do colesterol em 98% dos casos. Outro resultado: na hipertensão, as chances de ficar sem medicamentos é de 91% a 95% dos casos. Também controla os triglicérides, entre 88% e 93%.

Da mesma forma ocorre com os problemas de rins (microalbuminúria) numa taxa de 88%. Todos esses resultados foram encontrados e constam dos nossos cinco trabalhos científicos publicados em revistas internacionais e foram apresentados em diversas oportunidades no Brasil, Estados Unidos e Europa.

DM – Quantas pessoas querem fazer esta cirurgia?
Áureo Ludovico – Nós estamos falando de milhares de pessoas. Recebemos cerca de 200 e-mails por dia, de diversas partes do mundo, que procuram abordar esta cirurgia.

DM – O Conselho Regional de Medicina (Cremego) chamou o senhor para assinar um Termo de Ajuste de Conduta?

Áureo Ludovico – Não estava em Goiânia naquele dia. Participava exatamente do I Congresso Pan-americano de Cirurgia de Diabetes T2, em São Paulo. Mas acredito que não existe fundamentação médica para justificar essa atitude do conselho. Nosso advogado sugeriu o uso de uma liminar para que eles não cerceassem a atividade profissional que realizamos. Por isso continuamos a fazer a cirurgia, pois não existe nenhum impedimento legal.

DM – Existe o interesse de determinados grupos de médicos em controlar tais procedimentos?

Áureo Ludovico – Prefiro não acreditar nisso. Prefiro dizer que estamos absolutamente abertos ao contraditório. Não estou outorgando e afirmando que minha voz seja a mais certa e correta, não tenho direito exclusivo a ser o dono da razão.
DM – Tem exercido a ampla defesa característica destes procedimentos de acusação?

Áureo Ludovico – Tenho tido direito de defesa apenas parcial. Por exemplo: o Conselho Nacional de Saúde emitiu um parecer sem sequer consultar minha equipe – nem mesmo por telefone. Não sei qual a formação dos integrantes do conselho. A celeuma toda partiu deste conselho que considera a cirurgia, entre aspas, ilegal. Acionaram o Ministério Público e não procuraram saber as informações que temos aqui guardadas. Depois divulgaram tudo na imprensa.

DM – Existe algo de revolucionário em sua cirurgia?

Áureo Ludovico – Não vou usar esse termo. Vou reafirmar: é uma alternativa de tratamento para o diabetes tipo 2.

DM – Que conselhos de ética têm lidado com esta cirurgia?

Áureo Ludovico – Existe aprovação do Conselho de Ética da Universidade de São Paulo (USP). Temos também aprovação da Universidade de Nova York, a partir do Hospital Monte Sinai, em Milão (Itália), Mumbai e Hyderabad (Índia).

DM – Qual motivo de o Hospital Monte Sinai ainda não ter realizado tais procedimentos?

Áureo Ludovico – Já foi aprovada há mais de dois anos a realização desta cirurgia. E não fazem, pois seria eu a pessoa a realizar tal procedimento. Como não optei por morar nos Estados Unidos, ao menos por enquanto, existe apenas a aprovação.

DM – Uma das acusações do Cremego é de que seus procedimentos não são claros.

Áureo Ludovico – O hospital autorizou a realização do procedimento. Os pacientes assinaram termo de consentimento. Os dados foram auditados por empresa americana, independente, vinculada ao FDA. Esse trabalho foi registrado nos “Clinical Trials” dos EUA. Enviamos o material para a Sociedade Americana de Cirurgia Metabólica, que, após análise por um grupo de médicos, autorizou a divulgação em congresso americano. Posteriormente, esses dados foram submetidos à revista americana, indexada, vinculada a essa sociedade.

Novamente o trabalho foi submetido a um grupo de médicos revisores, que autorizaram a publicação. Essa publicação está acessível na internet. Vários outros trabalhos nessa mesma área também foram publicados. Existem cartas que comunicam o que aconteceu e elas foram registradas em cartórios. Nas entrevistas que realizam, estas pessoas deixam bem claro que ninguém sabe os resultados das cirurgias. Mas os resultados estão aqui nestes documentos, conforme você pode ver. Ninguém nos procurou. Das pessoas que acusam de ilegalidade, ninguém ouviu nossas versões e acompanhou nossos estudos.

Comentário
Rogerio C A Pereira disse:

Sou Engenheiro Civil, com 54 anos e fiz a cirurgia com Dr. Aureo Ludovico de Paula à 120 dias. Estou totalmente curado desta maldita “diabetes”, além de outros males que tem origem nesta maldita doença. Graças a esta cirurgia do Dr. Aureo Ludovico de Paula não gastando mais nenhum R$ para estes laboratórios de remédios que mais matam do que curam.

Acredito que seja muito leviana a atitude do Conselho Federal de Medicina (CFM), Ministério Publico Federal de Goiás, Conselho Nacional de Saúde e do Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego) de estar tentando proibir a cirurgia no Brasil.Na realidade está atuando nos bastidores é o fator financeiro.

Por causa de uma paciente indisciplinada (num grupo de mais de 500 que já realizou a cirurgia), toda a população com diabetes será privada de realizar seu sonho de ficar livre desta maldita.Antes de tomar qualquer atitude estes órgãos deveriam tomar o depoimento e ter acesso à evolução dos pacientes que já realizaram a cirurgia com este procedimento cirúrgico revolucionário do Dr. Aureo Ludovico de Paula.No meu caso, eliminei 33 quilos e continuo controlando 02 vezes por dia o nível da diabetes desde a cirurgia. Neste prazo de 120 dias a taxa mais baixa foi 76 e a mais alta 122 2 horas depois do almoço. Ficando claro que não estou consumindo nenhum remédio para Diabetes desde 15 dias antes da cirurgia(05/07/2009).

Torno a repetir o maior inimigo deste procedimento são os médicos que estão com inveja ou por ter medo de perder (R$) seus pacientes, bem como os laboratórios de remédios.
Rogerio C A Pereira

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Boa notícia - Dr. Aureo volta a operar.

O médico Áureo Ludovico de Paula conseguiu na Justiça ficar mais próximo da autorização para voltar a realizar um tipo de cirurgia bariátrica (conhecida como redução do estômago) que além do emagrecimento promete ajudar no controle do diabetes.

Ludovico, conhecido por operar o apresentador de televisão Fausto Silva, havia sido proibido de aplicar a técnica em outros pacientes porque o procedimento não tem autorização nacional e é considerado experimental. Só poderiam ser operados casos considerados entre a vida e a morte pelo Conselho Regional de Medicina de Goiás (Cremego)!O médico, agora, conquistou a possibilidade de realizar a “cirurgia do diabetes”, chamada cientificamente de interposição de íleo, sem aprovação do Cremego. Despacho assinado pelo desembargador Daniel Paes Ribeiro, do Tribunal Regional Federal (TRF) da Primeira Região, libera Ludovico da autorização prévia, mas exige outras regras.

Antes de se submeter à operação qualquer paciente deve ser informado que o procedimento é totalmente experimental e não tem eficácia garantida. Todos os riscos devem estar escritos em consentimento assinado pela equipe e pelo doente. A decisão jurídica determina ainda que toda a cirurgia deverá ser filmada.Foi determinado também que o pedido de autorização da cirurgia seja protocolado no Conselho Federal de Medicina e na Comissão Nacional de Ética em Pesquisa. Antonio Carlos de Almeida Castro – advogado de Ludovico – tem convicção de que, com isso, o cliente poderá voltar a operar imediatamente. “Concordamos com todas as exigências do desembargador. O registro no CFM é praticamente uma questão burocrática”, afirmou.

Já o Tribunal Regional Federal não avalia que a decisão está totalmente liberada. Juristas ouvidos pela reportagem também entendem que é preciso esperar a manifestação do Conselho Federal de Medicina. Antes mesmo da decisão judicial, o CFM já havia criado uma câmara técnica para avaliar a cirurgia do diabetes.

O diabetes não tem cura, é líder de causa de morte e está associada a complicações de outros problemas graves como AVC.

Fernanda Aranda e Chris Bertelli, iG São Paulo

Para saber como foi a minha cirurgia com Dr. Áureo desde o inicio siga abaixo:
PARTE 1 http://cirurgia2.blogspot.com/2009/03/o-inicio-de-tudo.html

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Porque falhamos em nossas tentativas de emagrecer


Eu me lembro que há muito tempo atrás a Oprah mostrou no seu programa de TV um saco com 30 kg de gordura animal que ela mal conseguia levantar do carrinho onde a gordura estava.

A imagem foi muito forte.

Ela tinha emagrecido justamente 30 kg e comentou que era inacreditável que ela tivesse carregado aquele peso 24 horas por dia por tanto tempo.

Mas mesmo ela, Oprah, com acesso a tudo o que o dinheiro pode proporcionar, voltou a incorporar os 30 kgs novamente.

A atração da comida é muito forte para quem tem tendência para engordar. Outro dia eu comentei com uma amiga como minha relação com a comida mudou.

Antes da cirurgia, todos os dias a hora do almoço eu orientava minha secretária sobre o cardápio do dia seguinte e fazia isso com grande prazer, já antecipando as delícias que seriam preparadas.

Hoje ela cansou de me perguntar o que fazer pois a minha resposta é sempre a mesma: "O que voce fizer está ótimo. Hoje estou meio sem inspiração". Não consigo mais pensar na comida do dia seguinte, ainda mais na hora do almoço quando já estou com comida na minha frente.

Essa amiga me disse que ela sempre foi assim, e é claro, ela é magra.

Com a mudança no metabolismo provocada pela cirurgia, aquela loucura por comida acabou.

Continuo gostando de alguns pratos mais que de outros mas aquela fixação em comida acabou completamente. Assim fica muito mais fácil manter o peso estável, agora que estou com 61 kg.

Mesmo no Natal e Ano Novo e em férias em Caldas Novas meu peso aumentou um kilo por causa da cerveja (acho que inchei um pouco) mas dois dias depois já voltava ao normal.

Como as quantidades são muito pequenas no fim ingere-se poucas calorias. E é porisso que é fácil manter o peso. A gente nem chega a querer cometer excessos.

Como toda a mudança ocorreu recentemente, ainda me lembro bem como é fácil fraquejar quando se tem um desejo forte e constante por comida, que ás vezes nos faz perder a cabeça e em algum momento jogar todo o esforço anterior fora.

Por outro lado é um sentimento fantástico ver todos aquele kilos fora de voce, proporcionando bem-estar e auto estima.

Muita gente consegue emagrecer e nunca mais voltar a engordar, e essa é a opção mais inteligente.

Mas pessoas como eu, que passei a vida toda lutando contra o excesso de peso têm grande dificuldade em manter-se com peso adequado.

E daí se vêem diante da dificil decisão de apelar ou não para a cirurgia.

E essa é mesmo uma decisão muito pessoal, que deve levar em conta muitos fatores, inclusive estar preparado para grandes mudanças, entre elas a obrigatoriedade de fazer exercicios.

E saber principalmente que a cirurgia é uma forma de te levar a fazer e manter-se de dieta.

No meu caso valeu a pena.

domingo, 4 de outubro de 2009

Faustão perdeu 19 kg em dois meses

Saiu na Veja On-Line

Dezenove quilos a menos

Faustão completou dois meses da cirurgia a que se submeteu em São Paulo. Desde então, perdeu dezenove quilos. E diz que outros quinze quilos irão evaporar nos próximos doze meses.
O apresentador submeteu-se no final de julho a uma gastrectomia vertical com interposição de íleo que tem por objetivo curar o diabetes tipo 2 e perder peso.
A técnica foi desenvolvida pelo cirurgião goiano Áureo Ludovico no início da década. Cerca de 500 pacientes já se submeteram ao procedimento.

Por Lauro Jardim em 22.09.09


Para saber como foi a minha cirurgia com Dr. Áureo desde o inicio siga abaixo:

domingo, 13 de setembro de 2009

PARTE 5 – Meio ano depois da cirurgia com Dr. Áureo Ludovico de Paula


Estes posts relatam o dia a dia, as dificuldades, a rotina e os resultados da cirurgia de transposição de íleo para cura do diabetes e da obesidade com Dr. Áureo Ludovico de Paula. Os relatos estão divididos em partes. Para saber como foi a minha cirurgia desde o inicio siga abaixo:

PARTE 1 http://cirurgia2.blogspot.com/2009/03/o-inicio-de-tudo.html


Meio ano depois da cirurgia

É inacreditável que já tenha se passado meio ano desde o dia da minha cirurgia com Dr. Áureo Ludovico de Paula. Esses seis meses literalmente voaram.

Muita coisa mudou desde então. Tive que estabelecer novos hábitos bem diferentes dos que tinha antes de fazer a cirurgia de interposição de Ileo.

De um modo geral a vida mudou para melhor e muito. Nenhuma crise de hipoglicemia desde então. Nada, nem o mais leve mal estar decorrente da baixa súbita da glicose no sangue. Posso dizer com convicção que estou curada dessa doença.


O meu peso baixou para adoráveis 67 Kg o que é um sonho para quem estava com 93 Kg. Agora o emagrecimento está bem mais lento (ainda bem) mas continuo a perder peso discretamente. Como sempre gostei muito de fazer caminhadas consegui emagrecer sem muita flacidez, exceto no braço onde a tal flacidez do tchauzinho atacou sem dó. Agora preciso de muita musculação e massagem para continuar a perder peso (mais 10 kg) mantendo a pele firme.

Hoje minhas porções são mínimas, quase infantis. E a melhor parte é que fico satisfeita com a comida como antes. A refeição é bem mais demorada. A comida é cortada em pedaços pequenos e tenho que comer bem lentamente. Assim, termino minhas refeições junto com os outros que se serviram de porções de tamanho normal. Não houve nenhuma mudança no prazer de comer, o que mudou foi que acabou aquela loucura por comida. Não é qualquer coisa que atrai. É comum experimentar algo que não está muito bom e abandonar no prato sem hesitação. Antes isso nunca ocorria. Bom ou ruim eu nunca deixava nada no prato.

Um exemplo é um jantar na pizzaria. Fico feliz com uma, somente uma fatia de pizza. E sem vontade de repetir. Enquanto isso, vejo os outros se servirem de 3 ou 4 fatias e isso não me incomoda em nada.

Embora haja uma recomendação de não beber álcool por um ano voltei a beber cerveja e vinho após dois meses da cirurgia. Meu truque é colocar bastante gelo na cerveja para ficar mais leve e gelada e beber pequenos goles lentamente. Assim posso ir a bares e ficar toda a noite bebendo pouco e me divertindo normalmente.

Os vômitos que me atormentaram entre 1 e 4 meses da cirurgia passaram quase por completo. São raros e bem eventuais.

Hoje enfrento ainda dois problemas decorrentes da cirurgia: a dificuldade de voltar a tomar dois litros de água por dia e um certo receio de comer salada. Os dois problemas são herança da fase dos vômitos quando desaprendi o hábito de tomar água e passei a ter receio das comidas cruas que acentuavam o efeito do mal estar.Agora que já não tenho mais vômitos tenho que reaprender os dois hábitos com urgência.

Estou também lidando com um efeito colateral da perda de peso que é a queda de cabelos. Fiz uma intensa pesquisa sobre o assunto e vi que isso não é decorrente da cirurgia e sim da dieta e da perda de peso e que deve cessar em três meses. Confirmei a informação com várias pessoas e todos foram unânimes em me assegurar que isso passa e os cabelos voltam a crescer normalmente.

Muitas pessoas me perguntam se, depois de passar por tudo o que tive que passar, eu fiquei satisfeita com os resultados e se faria a cirurgia de novo.

Com certeza faria de novo. O pós-operatório não é fácil (descrevi com detalhes nos outros posts) e o risco da cirurgia e da anestesia são reais. Mas o resultado é excelente. Meus exames de sangue demostram que estou com saude ótima e meu estado geral é muito melhor do que antes. Para quem estava com esteatose hepática e coágulo na artéria do intestino a melhora foi substancial.

Respondo a diversos e-mails de pessoas que têm muitas dúvidas se devem ou não fazer a cirurgia. Sempre respondo que cada caso é diferente. Concordo com o Faustão que não se deve fazer a apologia da cirurgia. Há que se colocar na balança diversos fatores antes de se tomar a decisão e o peso é somente um deles.

Outro fator importante é se já existem outros problemas de saude decorrentes da obesidade ou da diabetes e se já se tentou outras formas sem sucesso. Há também que se indagar se a pessoa está preparada para uma radical mudança de hábitos como as mudanças na alimentação e a quase obrigatoriedade de fazer exercícios.

A cirurgia é uma forma de obrigar a pessoa a fazer essa mudança na marra.
Pelo menos no caso da técnica do freio neuro endócrino desenvolvida pelo Dr. Áureo o fato de não sentir fome exagerada (apenas um discreto desejo de comer) facilita demais fazer a dieta.

Esse médico desenvolveu um processo diferenciado, realizado somente por ele e sua equipe, porisso mesmo ainda é experimental. Quando converso com quem fez a cirurgia tradicional vejo como no meu caso a recuperação foi mais rápida e simples e como é mais fácil manter a dieta. E por tudo isso sou muito grata a ele.

Fico triste quando vejo alguns ataques a ele na mídia, mas posso compreender que uma técnica que cura a diabetes é uma grande ameaça para os conglomerados farmaceuticos que vivem dessa doença e de suas consequências e vão fazer o que for necessário para atacá-lo.

Apesar disso, gente famosa tem recorrido a ele justamente por causa dos resultados. O Faustão foi o caso mais recente. Mas ele também operou a Athina Onassis (a grande herdeira dos Onassis, cuja fortuna é maior que a da rainha da Inglaterra), o senador Demostenes Torres e várias outras pessoas muito conhecidas.

E eu tive a felicidade de ter acesso a essa cirurgia que mudou minha vida para melhor, assim só posso dar graças a Deus todos os dias.

Na sequência, você pode ler o relato sobre o dia a dia da cirurgia divididos em partes. Para ler desde o inicio você pode começar aqui:

PARTE 1 http://cirurgia2.blogspot.com/2009/03/o-inicio-de-tudo.html